Cultura

Escritora e fundadora da UFMT morre com novo coronavírus

GD

Uma das fundadoras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e ex-presidente da Academia Mato-grossense de Letras (AML), a professora Marília Beatriz de Figueiredo Leite, 76 anos, morreu por complicações da covid-19 nesta sexta-feira (03).

A reportagem , a irmã de Marília Beatriz, Moema de Figueiredo Leite, afirmou que a professora estava internada em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o último domingo (28).

Moema de Figueiredo apontou que a irmã tinha diversas comorbidades para a covid-19, como enfisema pulmonar, hipertensão e um quadro de problemas nos rins do qual a família desconhecia.

 O local onde a imortal da AML será enterrada ainda não foi confirmado, mas há previsão de que o rito seja realizado no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá, localizado no bairro Parque Atalaia.

 À reportagem, Moema de Figueiredo disse que a família tentará realizar o desejo de Marília Beatriz de ter seus restos mortais cremados. Contudo, a realização do rito fúnebre ainda é incerta devido ao fato de a professora ter morrido pelo coronavírus.

 Marília Beatriz era mestra em Comunicação e Semiótica pela Pontíficia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e ocupava a cadeira número dois da Academia Mato-grossense de Letras. Além de professora, era também escritora e publicou os livros "O mágico e o olho que vê", "De(sig)Ação: arquigrafia do prazer" e "Viver de véspera".


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