O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Sérgio Ricardo, encontrou sérios problemas em estradas novas. O asfalto de duas rodovias, entregues há menos de um ano, já está se desmanchando. Ele prometeu uma investigação completa em todos os contratos para descobrir quem fez o trabalho errado e cobrar os responsáveis.
Virou farelo em menos de um ano, diz presidente do TCE durante vistoria em rodovias de Mato Grosso
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, encontrou nesta semana problemas muito sérios em trechos das rodovias MT-170 e MT-249, que foram entregues há menos de um ano. Durante uma vistoria do programa TCE Pé na Estrada, ele disse que o asfalto já está se desmanchando em vários lugares, o que levanta suspeitas sobre a qualidade do trabalho feito.
- O asfalto das estradas MT-170 e MT-249 está se desfazendo em menos de um ano após a entrega das obras.
- O presidente do TCE, Sérgio Ricardo, prometeu investigar cada contrato e punir quem fez o serviço errado.
- A vistoria encontrou trechos com pavimento esfarelando, sem acostamento e partes completamente destruídas.
- As rodovias são importantes para escoar a produção e para a mobilidade dos moradores da região.
- O caso reacende o debate sobre a qualidade das obras de infraestrutura e o uso do dinheiro público em Mato Grosso.
A inspeção contou com a participação da suplente de senadora Margareth Buzetti, vereadores da frente parlamentar da região e auditores do Tribunal. No local, o grupo encontrou trechos com o pavimento esfarelando, sem acostamento e partes completamente estragadas, mesmo com pouco tempo desde a entrega das obras.
Segundo Sérgio Ricardo, a situação não é compatível com o dinheiro investido e precisa ser investigada com rigor. O Tribunal de Contas vai analisar cada contrato. Quem fez errado vai responder, disse o presidente do TCE-MT durante a vistoria.
As rodovias são consideradas muito importantes para o escoamento da produção e para a locomoção dos moradores da região. O desgaste rápido do asfalto tem gerado reclamações de produtores rurais, transportadores e motoristas que usam as estradas todos os dias.
Diante das irregularidades encontradas, o Tribunal deve abrir uma análise detalhada dos contratos, da execução das obras e da fiscalização feita pelos órgãos responsáveis. A investigação vai tentar encontrar possíveis falhas técnicas, descumprimento de contrato ou prejuízo ao dinheiro público.
O caso reacende a discussão sobre a qualidade das obras de infraestrutura feitas no estado e a necessidade de mais controle sobre o uso do dinheiro público destinado à recuperação e pavimentação de estradas.







